Todo o médico dentista tem como prioridade prestar um bom serviço aos seus pacientes e isso significa que se deve preocupar não só com a qualidade dos seus tratamentos mas também, e prioritariamente, em assegurar-se que toma todas as medidas actualmente conhecidas e disponíveis para os proteger do risco de infecção cruzada.
De facto, o risco de ocorrer infecção cruzada num consultório dentário, no decurso de um tratamento, é real.
Para além dos temidos vírus da hepatite C ( V HC) e do HIV outros agentes infecciosos importantes na prática dentária, como o vírus do papiloma humano ( HPV), o vírus do herpes simplex tipos 1 e 2, da varicelazoster, mycobacterium tuberculosis , treponema pallidum, entre outros, justificam e exigem medidas de prevenção que evitem a infecção cruzada entre pacientes e entre pacientes e profissionais da medicina dentária.
Aliás, foi o aparecimento da SIDA, nos anos 70/80 que impulsionou,, sobretudo nos EUA , a revisão dos conceitos relacionados com a prevenção da infecção cruzada.
Daí que, ultimamente, se tenha investido muito na prevenção e na eliminação desse risco ou, pelo menos na sua redução substancial. Daí , também, que no CDC as prioridades sejam:
ESTERILIZAÇÃO ;
HIGIENE;
CONTROLE DA INFECÇÃO CRUZADA...
...mas também:
TRATAMENTOS DE QUALIDADE
e
UTILIZAÇÃO INTENSIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS:
- RX Digital;
- Câmara Intra Oral;
- CEREC – Restaurações Cerâmicas Computorizadas;
- THE WAND - Anestesia Computorizada;
- Endo Analiser/Pulp Test. |